O Brasil ocupa a 63ª posição no ranking mundial de países com mais domicílios que têm acesso à internet. São cerca de 33% dos 6,192 milhões de unidades levantadas pelo Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O país está na média mundial, mas poderia estar em posição melhor se não fosse a falta de conhecimento e de interesse da população, segundo o novo mapa da inclusão digital elaborado por FGV (Fundação Getulio Vargas) e Fundação Telefônica. De acordo com o estudo, 64,6% das pessoas excluídas (6,6 milhões) não sabem ou não acham necessário conectar-se à rede mundial. Mesmo a inclusão de 40 milhões de pessoas na classe C não foi suficiente para ampliar o acesso à internet.

Na comparação com outros países, o Brasil fica atrás do vizinho Uruguai (57ª) e do Chile (53ª) e à frente da Argentina (66ª), do México (89ª), da África do Sul (108ª) e da Índia (126ª). A China não foi incluída no mapa por falta de informações oficiais. “O Brasil é o excelente retrato do mundo, mas ainda falta convencer e educar as pessoas para o acesso à internet. A falta de dinheiro não tem sido o principal problema”, disse o responsável pelo mapa, o economista Marcelo Côrtes Neri. Leia mais »

Os moradores de Brasília podem acessar a internet de graça em três paradas de ônibus. O Açougue Cultural T-Bone, que desde 2007 disponibiliza livros nas paradas de ônibus para acesso livre da população, disponibilizou computador com acesso à internet que poderá ser usado a qualquer hora do dia e também o acesso à rede por meio de rede sem fio (wi-fi), com velocidade de 10 megabits por segundo.

Luiz Amorim, fundador do Açougue Cultural, explica que os equipamentos foram desenvolvidos especialmente para ficarem nas paradas de ônibus, e serão fixos, com todos os requisitos de segurança para evitar vandalismos. “Foi desenvolvido um equipamento próprio para as paradas, com o maior cuidado para ter uma duração. Mas trabalhamos no modelo da biblioteca cultural, que é a cidadania e a confiança no cidadão”. Leia mais »

O faturamento de marketing dos principais clubes de futebol do Brasil cresceu cerca de 27,4% em 2011 em relação ao ano anterior. De acordo com o estudo Finanças dos clubes de futebol do Brasil em 2011, da BDO, publicado na terça-feira 15, a receita das 20 principais equipes com patrocínio e publicidade foi de R$ 385,2 milhões no ano passado, contra R$ 302,2 milhões em 2010. O valor representa uma alta de mais de 27,4%.

A área foi responsável por 18% das receitas totais das agremiações, que somaram R$ 2,14 bilhões no exercício – em 2010, o faturamento total foi de R$ 1,679 bilhão. Os direitos de TV, impulsionados pelo novo contrato com a Rede Globo, representaram 36% do bolo. A venda de atletas respondeu por 15% dos rendimentos, seguida de clube social e esporte amador (13%), outras receitas (10%) e bilheteria (8%).

Via M&M Online

O consumo dos brasileiros este ano deve atingir a cifra de R$ 2,725 trilhões, de acordo com o IPC Maps 2012. O resultado representa um crescimento de R$ 273 bilhões sobre o estudo da IPC Marketing publicado no mesmo período do ano passado. A empresa especializada em cálculo de índices de potencial de consumo avalia que os gastos dos brasileiros devem crescer 3,6% — acima, portando, do crescimento esperado para PIB brasileiro neste ano, cujas previsões giram em torno de 3%.

Na segmentação por renda, a empresa destacou o aumento da participação da classe B que, dividida em B1 e B2 e com 32% do total da população do País, responderá isoladamente por quase metade do consumo nacional, ou R$ 1,275 trilhão (46,7% do total consumido). Já a classe C, à qual pertencem 48,8% dos domicílios brasileiros, será responsável, de acordo com a projeção, por 25% do consumo no País em 2012 – algo em torno de R$ 681 bilhões. Leia mais »

Na véspera do dia das mães, a capa da revista norte-americana Times causa polêmica nos Estados Unidos. A foto mostra a mãe Hamie Lynne Grumet de 26 amamentando seu filho de apenas três anos de idade. Problema é que a população achou a foto chocante demais, já que o menino não é mais um bebê. Nas redes sociais, as pessoas mostraram sua indignação e defenderam que a revista deveria ser publicada com uma tarja preta sobre a foto.

A indignação é também em referência a matéria que deu origem a foto. Com a chamada “Você é uma boa mãe?”, a reportagem aborda o attachment parenting, filosofia disseminada pelo pediatra William Sears, que as mães devem passar mais tempo ao lado dos filhos, amamentar por mais tempo e, inclusive, dividir a mesma cama. Os comentários na internet dizem que a prática influencia ao incesto. Leia mais »

O consumidor está menos preocupado com a sustentabilidade. Na medida em que aumenta renda e, consequentemente, o consumo, a preocupação com questões que contribuam para o bem do planeta diminui entre os brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional de Consumo Consciente 2012, divulgada pela Fecomércio-RJ, 37% da população não leva em conta a preservação ambiental no dia a dia. Em 2007, esse número era de apenas 26%.

Se antes 26% procuravam consumir produtos com menos impacto para o meio ambiente, hoje, somente 22% mantêm essa preocupação. Em 2007, 42% plantavam árvores ou cuidavam de jardins, contra os atuais 37% que mantêm esse costume. O levantamento aponta ainda que o brasileiro está deixando de fazer coisas simples, que além de preservar o ambiente contribuem para o próprio bolso. Leia mais »

O IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil e a ComScore divulgaram nesta quinta-feira (10) um estudo que visa entender melhor o comportamento dos internautas no país. O título do trabalho, “Como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil”, já mostra um pouco da pretensão da pesquisa, que mostra que a internet também é a atividade preferida por todas as faixas etárias, de renda, gênero e região quando se tem pouco tempo livre.

O estudo, que entrevistou 2.075 internautas a partir de 15 anos, sendo 51% homens e 49% mulheres, revela que 40% dos entrevistados passam ao menos duas horas por dia navegando na internet por meio de vários dispositivos, enquanto apenas 25% usam a web ao mesmo tempo em que assistem TV, o famoso “second screen”. Leia mais »

Um estudo feito pela ComScore a pedido do IAB trouxe números que referendam a relação de amor que o brasileiro tem com a internet. Com o objetivo de entender como a população se relaciona com a web, a empresa de pesquisas entrevistou, em fevereiro, mais de duas mil pessoas que compuseram uma amostra representativa do público online brasileiro. Um dos resultados, apresentados na manhã desta quinta-feira, 10, no ProXXIma 2012, aponta que 42% das pessoas passam pelo menos duas horas por dia conectada seja por meio do computador ou do celular. No caso da TV, esse percentual, para a mesma quantidade de horas, é de 25%.

Outra pergunta deu a dimensão do que a web vem representando para os brasileiros. A questão “se você tivesse 15 minutos livres para usar no dia, qual seria a atividade preferida” trouxe como primeira resposta a navegação na internet. Essa foi a escolha de 33% dos entrevistados. Em seguida, ficou a utilização de redes sociais, com 13%. Ver TV atingiu 11% das preferências. Somadas as respostas que implicavam em algum uso online, 62% das pessoas gostariam de dedicar esses 15 minutos livres ao consumo de meios digitais. Leia mais »

Mídia social ou TV? Os dois são melhores do que apenas um? Como conectar esses meios? São perguntas que cabem quando se discute o futuro da mídia e a intensa busca por interação e engajamento. O assunto é o tema do “TV e Social Media Predictions”, realizado pela PS Carneiro Eventos e a Editora Referência, que contou em seu primeiro dia, esta segunda (7), com uma série de casos sobre o que se está fazendo no país para a promoção de diálogos entre os dois meios e o impacto no público.

“É um terreno em que ainda temos muito para explorar”, disse Kevin Zung, diretor de Criação da Publicis Brasil, após apresentar uma campanha desenvolvida para o Caldo Líquido Maggi que começava na TV e continuava nas redes sociais, onde as pessoas escolhiam o final da filme. A ação teve como retorno 180 mil likes no Facebook. Leia mais »

Um novo estudo do ConsumerLab, laboratório de pesquisas de comportamento da Ericsson, avalia os hábitos de comunicação de jovens entre 15 e 24 anos. Os resultados apontam o Facebook como o principal agente de mudanças nesse cenário nos últimos anos.

O crescimento explosivo do Facebook junto à revolução de smartphones e aplicativos permitiu a conexão a qualquer hora e lugar, possibilitando a entrada de serviços de internet em novas áreas de nossas vidas. Em 2005, 37% dos jovens de 15 a 19 anos na Suécia acessavam uma rede social semanalmente. Já em 2010, esse número cresceu para 69%. Da mesma forma, entre jovens de 20 a 24 anos, essa porcentagem passou de 33% para 74% no mesmo período. Leia mais »

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