Negócios nas redes sociais vão movimentar US$ 16,9 bilhões

In: Redes Sociais

27 Jul 2012

A receita das redes sociais deve alcançar US$ 16,9 bilhões em 2012, sendo que a publicidade baseada em mídias sociais deve gerar, sozinha, receita de US$ 8,8 bilhões. O restante foi obtido por meio de assinaturas, compra de jogos sociais, músicas e vídeos e serviços. Os números são de uma pesquisa recém-divulgada pelo Gartner. O montante representa um crescimento de 43% em relação ao ano passado, quando redes sociais como Facebook e Twitter, por exemplo, geraram faturamento de US$ 11,8 bilhões.

Mesmo com essa trajetória de alta, o Gartner ressalta que o número de usuários nas redes sociais continuará crescendo, mas em um passo mais moderado nos próximos anos. Os jogos sociais, como os criados pela Zynga, dobraram suas receitas entre 2010 e 2011, e para este ano a expectativa é que eles representam US$ 6,2 bilhões neste ano, enquanto o montante referente a assinaturas – como serviços do Spotify – resultem em US$ 278 milhões. Neha Gupta, analista sênior de pesquisas do Gartner, afirmou que este cenário é resultado de uma maturidade maior apresentada por consumidores de mídias sociais, enquanto há um período mais lento na questão de assinaturas de serviços de vídeos ou músicas.

“Embora o número de usuários de mídias sociais seja grande, e em alguns casos cada vez mais maduros em seus padrões de uso, o mercado ainda está em seus estágios iniciais de uma perspectiva de receita”, disse a analista. Nesse sentido, não é nenhuma surpresa saber que empresas como Facebook estão acelerando seus esforços de engenharia, bem como transformando a acessibilidade da plataforma, já vislumbrando que seus usuários estão não só conectados em computadores, mas em tablets e smartphones. “Novas oportunidades de receita serão criadas em mídias sociais, mas não há novos serviços capazes de trazer receitas ‘frescas’ ou significativas até 2016”, disse Neha. “O maior impacto de crescimento nas mídias sociais é dos anunciantes.

Em termos de curto e médio prazos, sites de mídia social devem implantar técnicas analíticas, que ‘interrogam’ as redes sociais para dar aos executivos uma imagem mais precisa das tendências sobre as necessidades e preferências dos consumidores, numa determinada base. Enquanto isso, no entanto, eles também devem continuar a explorar outros canais de receita, como a publicidade móvel e o comércio social.”

Esta falta de novas formas de capitalizar as mídias sociais, embora o Gartner afirme que vivese um momento de monetização das redes, é um dos principais problemas apresentados pós IPO do Facebook, que vem apresentado quedas constantes no valor de suas ações. Tamanha é essa necessidade, que a rede de Mark Zuckerberg estaria investindo alto em novos negócios, como a criação de um smartphone próprio e até a compra do navegador Opera, um dos mais conhecidos e utilizados em dispositivos móveis. Redes profissionais, como o LinkedIn, que apresentam modelos de utilização gratuito ou pago, não são tidas como ideais para a questão de sobrevivência e inovação, por questões de conteúdos diferenciados para os assinantes, diz o Gartner.

Via Brasil Econômico

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